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| O clampeamento do cordão deve ser feito apenas após ele parar de pulsar. |
Beijos ocitocinados!
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| O clampeamento do cordão deve ser feito apenas após ele parar de pulsar. |
Incrível esse mundo da blogosfera. Não canso de me admirar por tanta coisa legal que leio por aí. (Muitas cosias chatas e sem noção também, mas aí é só não divulgar, não é mesmo? rs).
Visitando o blog da Rô Lippi vi um post dela que levava à Campanha lançada pela Ombudsmãe (blog que já me apaixonei e já to linkando ao meu). Você não é incompetente. Você é mãe.
Sensacional a campanha. Adorei os textos e imagens usadas para divulgar a campanha.
“O Manifesto é apenas um começo de um trabalho que pretendemos desenvolver de reconhecimento da importância da mãe e da família para a construção de uma sociedade mais justa, mais humana, mais responsável.
Ele foi redigido com o cuidado intenso de valorizar a maternidade nos seus diferentes formatos. Nenhum é melhor que o outro. Todas somos mães, fazemos o nosso melhor e queremos ser valorizadas!”
(do Blog Ombudsmãe).
Adoro poder compartilhar aqui iniciativas como essas. Tudo que é bom tem que ser compartilhado, então veja que barato o material da Campanha. Quem é mãe vai entender e se identificar com cada frase.
Fiquei ainda mais encantada com o texto do Manifesto pelas Mães, que está disponível no site do Grupo Cria. Super me identifiquei!
Vou transcrever aqui pra vocês. É longo, mas VALE MUITO A PENA ler!
Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.
Mãe de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.
Mãe que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.
Mãe mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.
Mãe cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.
Mãe que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.
Mãe que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.
Mãe que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.
Mãe pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.
MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE
E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.
Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.
Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.
MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES
Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.
E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.
Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.
Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.
Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.
Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.
Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.
Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.
E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.
MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR
Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.
Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.
Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.
Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.
Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.
Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.
Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.
Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.
Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.
Dia das mães se aproximando, shoppings cheios, várias promoções incitando o consumismo que a data provoca, restaurantes cheios no domingo..tudo bem legal! Dia das mães é sempre bacana. Gosto da data, apesar do apelo consumista. Depois que virei mãe, confesso que estou curtindo bastante, afinal, o primeiro Dia das Mães a gente nunca esquece. :)
Mas essa semana me deparei com a seguinte matéria na internet: “ONG lista melhores e piores locais para ser mãe”. Ao lado da manchete tinha a foto de uma mãe africana com o filho no colo. Eu, claro, logo cliquei pra ler.
E lá tinha uma lista com os 10 países considerados como os melhores locais para ser mãe, assim como os 10 piores, de acordo com estudo feito pela ONG Save the Children. Vejam só!
Os 10 melhores lugares, de acordo com a ONG, são:
1.Noruega
2. Austrália
3. Islândia
4. Suécia
5. Dinamarca
6. Nova Zelândia
7. Finlândia
8. Países Baixos
9. Bélgica
10. Alemanha.
Já os 10 piores são, por ordem do índice mais baixo: Afeganistão, Níger, Chade, Guiné-Bissau, Iémen, República Democrática do Congo, Mali, Sudão, Eritreia e da Guiné Equatorial.
O Brasil está em 58º no ranking, ou 13º entre os países considerados menos desenvolvidos na questão. Ficamos à frente de África do Sul, mas atrás de Chile e Colômbia.O Índice é publicado junto com o Relatório da Save the Children sobre o Estado das Mães do Mundo para 2010, que examina as condições e os riscos que as mulheres têm em seus países para criar os filhos.
Comparações entre países:
É ou não é um tema pra refletirmos? Ainda mais nas vésperas do Dia das Mães?!
Que a Noruega é o melhor lugar pra se ter um filho eu já sabia. Coincidentemente, até trocamos emails esses dias com uma amiga que está trabalhando lá dizendo que agora é a hora dela engravidar! :) 1 ano de licença maternidade, sem contar os outros direitos previstos em lei por lá.
E que a África estaria no rol dos piores locais, também já era de se imaginar. Eu já estive em Angola e vi de perto a miséria com que mães vivem com seus bebês. Mas dói ver os dados dessa pesquisa. O estudo não revela apenas a situação monetária dos países, e consequentemente a situação de pobreza das mães e seus filhos. E sim, problemas de saúde pública, com partos desassistidos, alto índice de mortalidade infantil e de gestantes, além da baixíssima expectativa de vida dessas crianças que nascem nesses países e da baixa frequencia escolar por parte do sexo feminino. Que futuro terão essas crianças?
Achei interessante o estudo. Quis compartilhar com vocês essas informações.
E que todas essas mães, européias, americanas, asiáticas ou africanas, possam ter um dia das mães feliz! Mais do que isso: uma maternidade plena, ainda que com todas as dificuldades que tenham que enfrentar!
Aproveito pra desejar a todos que por aqui passam, mães ou filhos, um Feliz dia das Mães! Que seja um dia de confraternização em família.
Beijos, Flávia.
P.S: Você pode conferir o relatório do estudo aqui.
Ontem recebi um email da Priscila, Editora de Conteúdo do site Gravidez Absoluta, com quem já mantive contato um vez quando uma dica minha sobre gestação/maternidade saiu numa matéria do site na época. O post sobre essa matéria você encontra aqui.
No email a Priscila está divulgando uma campanha que o Gravidez Absoluta está promovendo, com o intuito de ajudarmos mães carentes com donativos para uso próprio e de seus bebês.
O texto abaixo foi o que eu recebi por email, que transcrevo aqui na íntegra pra vocês conhecerem a campanha e participarem também!
Gravidez Absoluta para TODAS – Um carinho de mãe para mãe.
Vamos começar uma campanha para que todas as grávidas, primeiramente do Rio de Janeiro, onde o Projeto Gravidez Absoluta nasceu, e depois de outras cidades do Brasil, tenham a chance de ter uma gestação digna, assim como garantir a saúde de seus filhos no primeiro ano de vida.
É gratificante escrever para gestantes que têm condições de oferecer para seus bebês tudo aquilo sobre o que falamos e sugerimos nas nossas matérias. Mas, melhor ainda, é poder oferecer àquelas com menos recursos a possibilidade de uma vida melhor para seus filhos no começo de suas vidas neste mundo.
Para realizarmos o nosso ideal com sucesso estamos pedindo a ajuda de vocês, mães, que sabem como é difícil criar um filho com tudo o que é preciso para seu bom desenvolvimento. É muito bom saber que nossos filhos estão bem amparados, mas saibam que, ao mesmo tempo, existem muitas mães lutando para ter um pouco de comida para dar a seus pequenos, por vezes tirando da própria boca para não deixar faltar para eles. Uma mãe entende melhor que ninguém a dor de não ter como dar qualidade de vida a seus filhos e, é por isso, que resolvi pedir essa ajuda de mãe para mãe.
Essa campanha convoca toda a população de mães brasileiras com melhores condições de vida a doarem os enxovais e roupas que já não servem mais a seus filhos para aquelas que por vezes não têm nem o que comer. Além de roupas e objetos de higiene e puericultura, aceitamos também, leite em pó para os bebês que já passaram dos seis meses ou não se alimentam mais do leite materno.
Toda a doação deverá ser endereçada à “Campanha Gravidez Absoluta para TODAS” e entregue ou enviada ao posto de coleta, que fica na loja Zazou Moda Gestante, no Rio de Janeiro (Rua Visconde de Pirajá, 351/loja 202 - Ipanema - CEP: 22410-906). Caso seja complicado fazê-lo desta forma, ainda haverá a possibilidade de coleta no próprio endereço, desde que esteja no Rio de Janeiro, nas regiões da Zona Sul, Barra e Recreio dos Bandeirantes. Para esta opção é necessário entrar em contato no e-mail comercial@gravidezabsoluta.com.br .
No final do mês de maio, mês das mães, serão distribuídos, na sede social da comunidade do morro Dona Marta, em Botafogo, vários kits para grávidas e mães de bebês até um ano de várias comunidades cariocas previamente cadastradas nas associações onde moram e que se afiliaram a campanha. Esses kits serão feitos com tudo o que for doado.As grávidas que não se beneficiarem desta primeira campanha ficarão já pré-cadastradas para a próxima edição que será realizada no mês de dezembro, ou antes, caso seja possível. Os cadastros ficarão o ano inteiro disponíveis para preenchimento nas associações, para que, assim, possamos, também, ter uma maior dimensão da quantidade de mães que precisam da nossa ajuda. Essas inscrições ficarão válidas até os bebês completarem um ano.
Espero poder contar com vocês para fazer a vida de outras mães ainda mais felizes. Dar ao filho de uma mãe necessitada é o mesmo que dar em dobro a seu próprio filho. E, proporcionar um sorriso a quem tem tantos motivos para chorar faz muito bem ao coração e revigora a alma. Conto com vocês!
Nessa época de proximidade com o dia das Mães nada melhor como fazermos um carinho pra uma mamãe que já tem ou está próximo de ter um bebê! Você tem roupas, calçados, acessórios, itens de higiene de bebês que não usa mais e podem ser doados? Faça isso! Veja a melhor forma de participar desta ação e faça uma mamãe e bebê felizes!
Divulgue você também esta campanha! Quanto mais gente ajudar, mais pessoas serão ajudadas! Não é maravilhoso isso?
Eu apoio esta iniciativa! E você?
Beijos, Flávia.