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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O Renascimento do Parto - o filme. Minhas impressões.

Ontem foi um dia muito esperado. O dia da Pré-Estreia do filme O Renascimento do Parto no Rio de Janeiro, do qual falei nesse post aqui. Foi uma sessão fechada exclusiva para os Benfeitores (aqueles que contribuíram no crowdfunding  com um valor pré determinado que daria direito a ingressos para essa pré estreia).
E ontem estávamos lá: Beta (minha irmã) e eu. E mais dezenas de ativistas do parto entre profissionais da área, doulas, mães, pais, gestantes e tantos outros interessados nesse universo fascinante!
O filme é maravilhoso. Um documentário muito elucidativo sobre a realidade obstétrica brasileira. É muito chocante também, quando passa cenas de nascimentos via cesariana, a solidão do bebê e da mãe após o nascimento. A mulher sendo colocada em segundo plano e o bebê tendo sua recepção repleta de procedimentos invasivos, que são feitos de rotina sem respaldos em evidências científicas. Foi de chorar! Aliás, o filme é de chorar do início ao fim. Impossível não se emocionar com cenas, relatos, sejam porque eles te chocam ou porque te emocionam pela beleza e respeito pelo nascimento. 



Ontem no filme constatei o que já sei de tanto que leio, participo de grupos. Que o rito de passagem que o nascimento representa para uma mãe e um bebê é muito importante para ser medicalizado, sistematizado como um processo em série, do quanto ele é importante para a criação do vínculo mãe-bebê! Que nossa realidade obstétrica nos coloca como o país com maior índice de cesarianas do mundo (52% contra os 15% recomendados pela OMS). Que os médicos por conveniência financeira e de agenda inventam desculpas mil para poder levar uma mulher para uma cesariana, com justificativas que aterrorizam as gestantes, sendo a grande maioria dessa mitos que não justificariam a cirurgia. Quantas de vocês que estão lendo esse post foi pra cesárea pelos mitos abaixo?

 

Enquanto via o filme e alguns relatos foi impossível eu não reviver o momento do nascimento do Arthur. Fui levada para uma cesariana absolutamente desnecessária. Eu chorei ao relembrar aqueles momentos desde a sentença de que seria uma cesárea até eu poder ter ele nos braços. Uma tremenda  impotência diante de tudo que tava acontecendo. E ali, vendo o filme com imagens de uma cesárea eu agradeci por não ter filmado o parto dele. Não iria conseguir rever imagens do meu filho sendo tratado como um objeto, sendo retirado de mim de qualquer maneira. E olha que Arthur não teve nitrato de prata sendo pingado em seus olhos nem foi aspirado (pelo que o Fabio me contou). Eu não autorizei o colírio e isso foi respeitado pela pediatra. Tb não tive meus braços amarrados e pude abraçar e pegar Arthur logo que saiu de mim, ele tentou mamar e minutos depois já foi levado para os cuidados. Mas ainda assim, saber que ele foi retirado de mim sem terem me dado tempo de meu trabalho de parto evoluir e poder viver uma experiência única, me dói! Como Arthur tava alto, empurraram minha barriga. Não ia suportar ver aquilo tudo.

E eu Lembro que logo que cheguei ao quarto após a cirurgia eu chorava dizendo: “Deu tudo errado!” e eu logo fui repreendida pela família de que nada tinha dado errado não! Que eu devia parar de bobagem porque tudo tinha corrido bem, Arthur e eu estávamos bem. Claro que sou muito grata de não ter tido nenhuma intercorrência, de poder estar com meu filho saudável e perfeito nos braços. Mas eu estava bem? Não! Não estava! Eu fui privada de vivenciar meu trabalho de parto. Fui privada de ter meu parto por motivos particulares do obstetra que não podia ficar à minha disposição aquele dia. Fui privada de poder esperar minha irmã chegar e registrar o nascimento como tanto queria. Fui levada para uma cesárea como se fosse uma emergência, sem tempo sequer de eu poder digerir aquilo tudo! Não, eu não estava bem! Estarmos todos bem após a cirurgia não foi o bastante! Mas a sociedade cobra uma felicidade da mulher recém parida. Ainda que não tenha sido do meu jeito, de como idealizei e me preparei, engoli o choro, e fui viver a felicidade de ter me tornado mãe, porque essa felicidade sim existia, pois isso independe da via de nascimento.



 
O clampeamento do cordão deve ser feito apenas após ele parar de pulsar.
Mas voltando ao filme, foi maravilhoso ver profissionais diversos falando sobre o parto humanizado, seus benefícios, ver lindos relatos de mulheres que vivenciaram essa experiência. Simplesmente emocionante! Estávamos todos inebriados de ocitocina – o hormônio do amor. Sem contar o gostinho bom de saber que nós benfeitores de todo Brasil colocamos esse documentário nos cinemas! Isso não tem preço!
O filme estreia amanhã  - 09/08 - no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. As estreias em outras cidades estão informadas no site do filme. No Rio, o filme será exibido no Espaço cinema Itaú – na Praia de Botafogo, com sessões nos seguintes horários: 13:30h, 17h, 18:50h, 20:30h.
Não posso deixar de recomendar o filme a todos vocês! Seja você mulher ou homem, grávida ou não. Conhecer sobre a forma de nascer é imprescindível. Gravidinhas e tentantes, esse filme é de suma importância. Não deixe que a experiência de nascimento de seus filhos seja envolta em frieza e violência. Nós mulheres e nossos bebês merecemos respeito ao nosso tempo, nossa natureza  e nossos corpos.  Informe-se para poder exigir o melhor pra você e seu bebê. Até porque se gastamos tanto energia em planejar o enxoval e o quartinho do bebê com todo nosso amor e carinho, porque negligenciar o planejamento do parto? Porque deixar essa decisão em mãos de terceiros, ainda que ele seja seu médico de confiança, de anos? Assistam e depois me contem suas impressões? Até agora só tenho feedback de pessoas ligadas ao movimento do parto, que são ativistas ou simpatizantes. Muito gostaria de saber o que achou uma pessoa totalmente fora do movimento, aquela que nunca pensou muito a respeito do assunto. Queria saber qual mensagem ficou e se foi tocado pelo filme como nós ficamos.
O site do filme tá lindo! Dá uma olhada: http://www.orenascimentodoparto.com.br
Lá também tem muita informação que toda mulher deve conhecer. 

 Imagens fonte: site do filme. http://www.orenascimentodoparto.com.br Lá tem muitas outras informações e imagens!

Beijos ocitocinados! 
Flávia









sábado, 31 de março de 2012

Dia de conscientizar pelo Autismo!

Oi gente!
Estamos super felizes de estarmos aqui nesse blog que ajuda tanta gente com informações sobre aleitamento materno, as descobertas da infância, agora abordando o tema desfralde, enfim, uma troca de experiências que gera uma blogosfera feliz e engajada!

Estamos aqui para abordar um tema um tanto diferente, mas muito importante também:  o autismo! A Organização das Nações Unidas – ONU – estabeleceu o dia 02 de Abril como o dia mundial da Conscientização pelo Autismo como uma forma de homenagear os autistas e suas famílias e também de atrair a atenção do mundo todo.

Quanto mais informação sobre essa síndrome, mais qualidade de vida um autista e seus familiares podem ter já que acreditamos que o preconceito existe por conta disso. Uma criança autista não tem características físicas tão perceptíveis e em crise pode dar a impressão de um menino birrento e sem educação.  Depois do Lu em nossas vidas, todo choro e problema que vemos com uma criança, procuramos entender o porquê aquilo acontece!

peça fundamental

Essa conscientização também nos ajuda para divulgarmos as principais características do autista e auxiliar em um diagnóstico precoce! Quanto mais cedo uma mãe descobre que seu filho é autista, mais eficácia ela terá no atendimento  pois os autistas precisam de muitos estímulos e são apegados a rotina. Já que a Flávia está falando do desfralde, vamos pegar uma carona: fica mais fácil tirar a fralda de um autista enquanto ele é mais novo e não se acostumou tanto aquela fralda em seu dia a dia! E como o pensamento deles é concreto (concret thinker) podemos encontrar dificuldade em fazê-los entender que a fralda não é socialmente aceita enquanto eles pensam assim: porque ir ao banheiro se posso fazer cocô aqui e ao mesmo tempo fazer o que gosto.  Nos estendendo só um pouquinho nesse assunto, o Lu parou de usar fraldas aos 9 anos e foi uma vitória. Como não sabíamos de nada, tivemos que virar detetive e descobrir o que o incomodava no banheiro ou porque ele tinha se apegado tanto aquela fralda... depois de vários vídeos de cocô no youtube, várias brincadeiras legais no banheiro, várias conversas, convencemos o garoto falando que ele já era crescido e que meninos grandes não usavam fraldas,  que ele era um rapaz. Ele ama quando falamos que ele é grande porque  vive querendo fazer coisas de gente grande.

DIANOSTICO

Quando você descobre que tem um autista em casa, mil coisas passam pela sua cabeça: o que é isso? Tem cura? Como posso ajudá-lo? Ele vai freqüentar a escola? Em que mundo ele vive?  No texto 10 coisas que um autista gostaria que você soubesse, você pode entender um pouco desse universo e aí vai entender melhor como eles pensam e se sentem!

Bom, com tantas coisas pra aprender e aprendendo tanta coisa na prática, resolvemos postar as nossas experiências na internet para trocas de informações e nasceu o Estou Autista. Já participávamos de alguns fóruns de autismo na internet  mas sempre pensávamos: nossa, aqui aprendemos tanta coisa  que não podemos guardar só com a gente.  E a partir daí vimos que quanto mais informação, mais troca, mais a gente vai valorizando o tanto que é bom ter um autista na família! Ele mostra pra gente que se bem estimulado, se tratado da maneira correta, as respostas vêm e vale a pena o trabalho! E o blog trouxe muita gente boa pra perto da gente, nos mostrou muitas mães guerreiras e que fazem de tudo pelo seu filho, pais que querem entender esse universo e até profissionais que querem entender a cabecinha dos autistas!
É por isso tudo que gostaríamos que todas as mães leiam esse texto: O que ensinar a seus filhos sobre crianças especiais.

inclusao

Nos ajudem na inclusão social de nossos meninos falando sobre isso em casa! É importante para nós e para os filhos de vocês! É importante pro mundo todo!
Ah e outra coisinha que gostaria de pedir: tem um texto... esse aqui  que todas as mães, cuidadores , profissionais,  parentes e amigos de autistas ou qualquer outra síndrome ou necessidade especial deveriam ler!

Autistas são muito capazes de tudo e querem sim fazer amizade, participar da brincadeira, conversar com você, trabalhar, namorar... Eles só não sabem como fazer isso e por isso se isolam! E nós estamos aqui pra isso: Compreender e incluir!

Nesse dia 02, peça pra seus amigos pesquisarem sobre autismo, toque nesse assunto, vista azul para causar curiosidade, divulgue nas redes sociais, torne o mundo azul!

Flávia, obrigada por esse espaço é pouco! Você e a Beta sempre nos ajudam e abraçaram a causa com todo o amor do mundo que a gente sente daqui...  muitos quilômetros nos separam fisicamente mas  nossa amizade não se importa com isso! Obrigada por mobilizarem a internet por essa conscientização, por pintarem as unhas de azul e publicarem na internet,  smurfarem com a gente!


BEIJOS

Beijos azuis em todos que passam por aqui! ;) Ah, também temos uma página no facebook: Estou Autista

Karla e Luiza
irmãs de um menino que está autista e tem 12 anos.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eu também apoio o Mamaço

Essa semana fui surpreendida pela seguinte reportagem: Mãe é impedida de amamentar seu filho de 2 meses durante uma exposição no Itaú Cultural, em SP.

Esse ato gerou tamanha revolta na internet, onde nós mulheres nos sentimos invadidas e tolidas no nosso direito de amamentar nossos filhos, onde quer que seja, a hora que for. Levar uma mãe pra um quartinho fechado (no caso a sala dos bombeiros do local) tem qual motivo? Não, amamentar não é feio, não é sujo, não é indecente, nem pornográfico!

Por isso, o blog Mamíferas lançou um protesto virtual pra apoiar o protesto "real" que irá acontecer hoje no Itaú Cultural em São Paulo. Hoje um grupo de mães irá até lá para amamentar seus bebês, em forma de protesto e conscientização. Será um Mamaço!

E nós internautas estamos divulgando o Mamaço Virtual, já que, imaginem vocês, uma intenauta teve sua foto amamentando excluida de seu album do Facebook porque o site a considerou inadequada com o Termo de uso do site.
Veja a mensagem que ela recebeu:

"Olá, Você carregou uma foto que viola nossos Termos de uso e ela foi removida. O Facebook não permite a publicação de fotos que ofendam um indivíduo ou grupo, ou que possuam nudez, drogas, violência ou outras violações de nossos Termos de uso. Essas políticas são desenvolvidas para garantir que o Facebook continue a ser um ambiente seguro e confiável para todos os usuários, incluindo as crianças que usam o site"

Portanto, Facebook e Itaú Cultural, hoje todas que repudiam os atos descritos acima estão divulgando e postando fotos amamentando na internet. É nossa forma de conscientizar as pessoas a refletirem para a importância do ato de amamentar.

E como não podia deixar de ser, fotos minha e do Arthur. Mamando muito!












Mais informaçòes nesses links:
http://www.blogmamiferas.com.br/2011/05/mamaco-no-facebook.html
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,grupo-fara-mamaco-apos-mae-ter-sido-impedida-de-amamentar-em-exposicao,715494,0.htm

Foto "Mamaço Virtual" do site Mamíferas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

02 de Abril - Dia Mundial da Conscientização do Autismo.

O dia 02 de Abril foi decretado pela ONU, desde 2008, como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo.
O Autismo é uma síndrome que atinge quase 2 milhões de brasileiros. Em crianças, o Autismo é mais comum que AIDS, Câncer e Diabetes juntos!

Mas o AUTISMO É TRATÁVEL! E por isso a informação é fundamental. Quanto mais cedo é o diagnóstico maiores são as chances de inclusão.

E esse é o objetivo dessa Campanha no dia 02 de Abril: Levar a informação adiante. Compartilhar! O mundo inteiro estará em prol de difundir a causa. O Azul é a cor definida para o autismo, então vista-se de azul, use objetos azuis e ilumine-se!

As queridas Luiza Coelho e Karla Coelho, que escrevem o blog Estou Autista, irmãs do Luiz Junior, um menino de 11 anos que está autista, estão sempre empenhadas em divulgar o autismo, quebrar preconceitos e barreiras sobre o tema e ajudar tantas famílias que descobrem ter um autista em casa, com os posts sempre cheios de informação. E eu também abraço a causa e faço a minha parte, divulgando aqui também. Confesso que antes de conhecê-las e de conhecer o blog Estou Autista, eu não sabia nem 10% a respeito dessa síndrome.

Uma das campanhas realizadas na Blogosfera foi o do concurso de fotos promovido pelo Criative-se. A Beta Bernardo, juntamente com a La Pomme e a Special Kids LA, realizou uma campanha em que os internautas pudessem enviar uma foto com algo AZUL, simbolizando o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. As fotos já foram selecionadas e a votação já está rolando. Vai lá e vota também. As fotos são lindas!!! A foto que eu enviei foi essa abaixo, pena que não ficou entre as finalistas, mas será que foi a grande vencedora? To ansiosa pelo post de Sábado em que ela vai anunciar o grande vencedor, o ganhador do voto popular e postar um video feito com todas as fotos participantes. Não deixem de conferir!!


Vídeo da Campanha:




Dias 01 e 02 de Abril eu estarei vestida de azul. E vocês?

Fontes: http://www.estouautista.com.br/
            http://www.revistaautismo.com.br/

Beijos, Flávia.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Força, Ana Luiza!

Nas últimas semanas venho vendo no twitter toda hora o povo retuitando a hashtag #ForcaAnaLuiza. Pelos poucos caracteres que vinham nas mensagens deu pra perceber que se tratava de uma menina que estava passando por algum tratamento que precisava de sangue, pois a grande maioria das mensagens era pedindo doações de sangue.

Não sei porque, mas nunca clicava no link...não sei se pra não me envolver, ou pra não ficar mais uma vez abalada com historias de crianças que sofrem lutando contra doenças, só sei que hoje de manhã finalmente acessei o blog da mãe da Ana Luiza.
E como não podia deixar de ser, me emocionei com a hisória de vida, luta e vitórias que essa menininha de 7 anos já passou. História de superação, de dor, de alegrias a cada boa noticia nos exames...

Resumindo muito por alto: Ana Luiza tem 7 anos e luta contra um tipo raro de câncer: Rabdomiossarcoma. Já passou por algumas cirurugias, sessões de quimioterapia e no momento está passando por um procedimento chamado Transplante Autólogo, alternativa possível graças ao excelente resultado obtido com a quimioterapia. Nessa modalidade de transplante são coletadas células tronco hematopoiéticas (que dão origens aos componentes sanguíneos) e, após a aplicação de altas doses de quimioterapia (que de tão forte "mata" a medula óssea - produtor de células sanguíneas), elas são reinjetadas e a medula volta a funcionar, produzindo todos os componentes sanguíneos imprescindíveis para uma vida normal.
Durante esse processo Ana Luiza passa por mais de uma transfusão diariamente.

Eu pensei muito antes de postar mais uma vez casos de doenças aqui, que sempre nos deixam tristes, abalados, e nos sentindo pequenininhos por cada "probleminha"que maldizemos em nossas vidas. Mas entre a opção de não postar um caso que traga tristeza e comoção no blog e o de postar e com isso poder ajudar nem que seja solicitando ajuda de vcs que nos lê, doando sangue pra Ana Luiza, fiquei coma segunda opção, claro.

Ana Luiza precisa de doações de Sangue de qualquer tipo. Se você é de SP e está lendo esse post, doe sangue! Ana Luiza está passando por muitas transfusões e ela precisa receber toda essa quantidade de sangue e ainda reabastecer o estoque do banco de sangue.

Ana Luiza, sua família, parentes e amigos são de Manaus. Área endêmica para malária que os impede de doar sangue em áreas não endêmicas como SP, o que dificulta ainda mais já que eles não podem ajudar a pequena Ana doando sangue.

As pessoas que quiserem doar sangue (de qualquer tipo) e ajudar Ana Luiza nessa fase do tratamento podem fazê-lo em qualquer um destes endereços, bastanto informar seu nome completo (Ana Luiza Evelim Medeiros Coelho Leite):

Hospital A C Camargo
Rua Prof. Antônio Prudente, 211 – Liberdade.
Fone: (11) 21895122
Hospital do Coração
Rua Abílio Soares, 176 – Paraíso
Fone: 3053 5537
Clínica de Sangue de São Paulo
Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 2533 – Jd Paulista.
Fone: (11) 3372 6611


A doação de plaquetas pode ser feita na Clínica de Sangue de São Paulo, preferencialmente do tipo sanguíneo A(-) ou qualquer outro tipo, de fator Rh negativo.

A história completa da Ana Luiza e todo o relato da mãe desde o diagnóstico da filha você pode ler aqui --> http://vidanormal.blogspot.com

Eu estou ajudando Ana Luiza como posso: divulgando a necessidade de doação de sangue e orando muito por ela, pela familia dela, pelos médicos que estão no comando e pelo sucesso do tratamento.

Força, Ana Luiza!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Espumante para crianças??

Pois é...vc não leu errado. Também li, e reli esta matéria quando tomei conhecimento.
Que o mercado está entrando cada vez mais agressivo pro público infantil não é mais nenhuma novidade. Diariamente somos bombardeados por várias propagandas apelando pro consumismo infantil, tanto na TV aberta quanto na paga. Eu não me incomodo tanto, acho que isso pode ser contornado com uma boa educação de imposições de limites à criança no que se julga necessário comprar/consumir ou não. Mas que é exagerado, de fato é.

Mas o negócio muda totalmente de figura quando você vê na prateleira do mercado, garrafas como essas:

A Cereser lançou o Spunch, um refrigerante frisante, que parece champanhe, mas não é champagne. A bebida não contém alcóol, também pudera, né?

Eu fiquei chocada, com isso!! Mais do que venda de maquiagem para crianças. Isso é muito sério. Não é porque não contém álcool que esse produto pode ser consumido indiscriminadamente por crianças. O intuito nisso tudo é induzir crianças ao "glamour" de bebidas alcóolicas, a ficarem cada vez mais cedo seduzidas por esse mercado, e se tornarem futuros consumidores de bebidas alcóolicas. Fidelização de clientes desde a infância. Muito Grave.

E o golpe mais baixo é fazer essas encantadoras garrafas com personagens Disney pra atrair a atenção da garotada. [Francamente, Disney!!]

Eu ainda não vi desse produto aqui nos supermercados que frequento no Rio. Mas só de saber que existe, já me enoja.
Sei lá...pode ser que tenha muito pai e mãe que ache isso uma grande besteira, que comprem um produto desse na brincadeira, pra criança "comemorar" algo junto dos pais, mas eu me preocupo muito com isso.

Sei que na nossa época havia os famosos chocolatinhos de cigarro, que adorávamos, e nem por isso eu tive a mínima vontade de fumar um dia. Mas eu acho que são coisas completamente diferentes! Veja bem o tal cigarrinho não era um cigarro sem nicotina, alcatrão e outras coisas mais fabricado pela Souza Cruz pra ser usado pelas crianças. Era chocolate. Acho que isso faz toda uma diferença.

Enfim, vi esse assunto ser abordado num belo post da Tais Vinha do Blog Ombudsmãe e comprei a briga!
Cereser, eu não compro produtos de quem não respeita a infância!

Se você também ficou chocado com essa informação, passe adiante! Vamos fazer barulho!!

Flávia.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Você é mãe. Campanha do Grupo Cria.

Incrível esse mundo da blogosfera. Não canso de me admirar por tanta coisa legal que leio por aí. (Muitas cosias chatas e sem noção também, mas aí é só não divulgar, não é mesmo? rs).

Visitando o blog da Rô Lippi vi um post dela que levava à Campanha lançada pela Ombudsmãe (blog que já me apaixonei e já to linkando ao meu). Você não é incompetente. Você é mãe.

Sensacional a campanha. Adorei os textos e imagens usadas para divulgar a campanha.

“O Manifesto é apenas um começo de um trabalho que pretendemos desenvolver de reconhecimento da importância da mãe e da família para a construção de uma sociedade mais justa, mais humana, mais responsável.
Ele foi redigido com o cuidado intenso de valorizar a maternidade nos seus diferentes formatos. Nenhum é melhor que o outro. Todas somos mães, fazemos o nosso melhor e queremos ser valorizadas!”

(do Blog Ombudsmãe).

Adoro poder compartilhar aqui iniciativas como essas. Tudo que é bom tem que ser compartilhado, então veja que barato o material da Campanha. Quem é mãe vai entender e se identificar com cada frase.

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Fiquei ainda mais encantada com o texto do Manifesto pelas Mães, que está disponível no site do Grupo Cria. Super me identifiquei!

Vou transcrever aqui pra vocês. É longo, mas VALE MUITO A PENA ler!

MANIFESTAMOS PELAS MÃES

Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.

Mãe de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.

Mãe que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.

Mãe mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.

Mãe cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.

Mãe que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.

Mãe que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.

Mãe que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.

Mãe pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.

MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE

E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.

Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.

Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.

Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.

Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.

MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES

Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.

E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.

Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.

Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.

Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.

Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.

Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.

Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.

E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.

MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR

Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.

Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.

Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.

Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.

Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.

Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.

Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.

Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.


Manifestamos pelas mães!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Melhores e Piores locais para ser mãe

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Dia das mães se aproximando, shoppings cheios, várias promoções incitando o consumismo que a data provoca, restaurantes cheios no domingo..tudo bem legal! Dia das mães é sempre bacana. Gosto da data, apesar do apelo consumista. Depois que virei mãe, confesso que estou curtindo bastante, afinal, o primeiro Dia das Mães a gente nunca esquece. :)

Mas essa semana me deparei com a seguinte matéria na internet: “ONG lista melhores e piores locais para ser mãe”. Ao lado da manchete tinha a foto de uma mãe africana com o filho no colo. Eu, claro, logo cliquei pra ler.

E lá tinha uma lista com os 10 países considerados como os melhores locais para ser mãe, assim como os 10 piores, de acordo com estudo feito pela ONG Save the Children. Vejam só!

Os 10 melhores lugares, de acordo com a ONG, são:
1.Noruega
2. Austrália
3. Islândia
4. Suécia
5. Dinamarca
6. Nova Zelândia
7. Finlândia
8. Países Baixos
9. Bélgica
10. Alemanha.

Já os 10 piores são, por ordem do índice mais baixo: Afeganistão, Níger, Chade, Guiné-Bissau, Iémen, República Democrática do Congo, Mali, Sudão, Eritreia e da Guiné Equatorial.

O Brasil está em 58º no ranking, ou 13º entre os países considerados menos desenvolvidos na questão. Ficamos à frente de África do Sul, mas atrás de Chile e Colômbia.O Índice é publicado junto com o Relatório da Save the Children sobre o Estado das Mães do Mundo para 2010, que examina as condições e os riscos que as mulheres têm em seus países para criar os filhos.

Comparações entre países:

  • No Afeganistão e no Chade, menos de 15% dos partos são assistidos por pessoal qualificado da saúde. Na Etiópia, apenas 6% dos partos são atendidos. Na Noruega, o pessoal qualificado da saúde está presente em praticamente todos os partos.
  • No Níger, uma mulher em cada sete morre durante a gravidez ou parto. O risco é de 1 em 8 no Afeganistão e na Serra Leoa. Na Bósnia-Herzegovina, na Grécia e na Itália o risco de morte materna é de menos de 1 em 25.000, sendo na Irlanda de menos de 1 em 47.600.
  • Em Angola, no Chade, na República Democrática do Congo e na Somália, uma criança em cinco não chega a atingir o seu quinto aniversário. No Afeganistão, 1 criança em cada 4 morre antes dos 5 anos de idade. Em Moçambique, a proporção e de 1 em 7 crianças.
  • Uma pessoa de sexo feminino no Afeganistão, Angola, Chade, Djibuti, Eritreia e Guiné-Bissau, recebe menos de cinco anos de ensino formal. No Níger, as mulheres recebem menos de quatro anos. Na Austrália e na Nova Zelândia, a média das mulheres frequenta a escola durante mais de vinte anos.

É ou não é um tema pra refletirmos? Ainda mais nas vésperas do Dia das Mães?!

Que a Noruega é o melhor lugar pra se ter um filho eu já sabia. Coincidentemente, até trocamos emails esses dias com uma amiga que está trabalhando lá dizendo que agora é a hora dela engravidar! :) 1 ano de licença maternidade, sem contar os outros direitos previstos em lei por lá.

E que a África estaria no rol dos piores locais, também já era de se imaginar. Eu já estive em Angola e vi de perto a miséria com que mães vivem com seus bebês. Mas dói ver os dados dessa pesquisa. O estudo não revela apenas a situação monetária dos países, e consequentemente a situação de pobreza das mães e seus filhos. E sim, problemas de saúde pública, com partos desassistidos, alto índice de mortalidade infantil e de gestantes, além da baixíssima expectativa de vida dessas crianças que nascem nesses países e da baixa frequencia escolar por parte do sexo feminino. Que futuro terão essas crianças?

Achei interessante o estudo. Quis compartilhar com vocês essas informações.

E que todas essas mães, européias, americanas, asiáticas ou africanas, possam ter um dia das mães feliz! Mais do que isso: uma maternidade plena, ainda que com todas as dificuldades que tenham que enfrentar!

Aproveito pra desejar a todos que por aqui passam, mães ou filhos, um Feliz dia das Mães! Que seja um dia de confraternização em família.

Beijos, Flávia.

P.S: Você pode conferir o relatório do estudo aqui.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Gravidez Absoluta para Todas – Um carinho de mãe para mãe

Ontem recebi um email da Priscila, Editora de Conteúdo do site Gravidez Absoluta, com quem já mantive contato um vez quando uma dica minha sobre gestação/maternidade saiu numa matéria do site na época. O post sobre essa matéria você encontra aqui.

No email a Priscila está divulgando uma campanha que o Gravidez Absoluta está promovendo, com o intuito de ajudarmos mães carentes com donativos para uso próprio e de seus bebês.

O texto abaixo foi o que eu recebi por email, que transcrevo aqui na íntegra pra vocês conhecerem a campanha e participarem também!

Gravidez Absoluta para TODAS – Um carinho de mãe para mãe.

Vamos começar uma campanha para que todas as grávidas, primeiramente do Rio de Janeiro, onde o Projeto Gravidez Absoluta nasceu, e depois de outras cidades do Brasil, tenham a chance de ter uma gestação digna, assim como garantir a saúde de seus filhos no primeiro ano de vida.


É gratificante escrever para gestantes que têm condições de oferecer para seus bebês tudo aquilo sobre o que falamos e sugerimos nas nossas matérias. Mas, melhor ainda, é poder oferecer àquelas com menos recursos a possibilidade de uma vida melhor para seus filhos no começo de suas vidas neste mundo.
Para realizarmos o nosso ideal com sucesso estamos pedindo a ajuda de vocês, mães, que sabem como é difícil criar um filho com tudo o que é preciso para seu bom desenvolvimento.  É muito bom saber que nossos filhos estão bem amparados, mas saibam que, ao mesmo tempo, existem muitas mães lutando para ter um pouco de comida para dar a seus pequenos, por vezes tirando da própria boca para não deixar faltar para eles.  Uma mãe entende melhor que ninguém a dor de não ter como dar qualidade de vida a seus filhos e, é por isso, que resolvi pedir essa ajuda de mãe para mãe.

Essa campanha convoca toda a população de mães brasileiras com melhores condições de vida a doarem os enxovais e roupas que já não servem mais a seus filhos para aquelas que por vezes não têm nem o que comer.  Além de roupas e objetos de higiene e puericultura, aceitamos também, leite em pó para os bebês que já passaram dos seis meses ou não se alimentam mais do leite materno.

Toda a doação deverá ser endereçada à “Campanha Gravidez Absoluta para TODAS” e entregue ou enviada ao posto de coleta, que fica na loja Zazou Moda Gestante, no Rio de Janeiro (Rua Visconde de Pirajá, 351/loja 202 - Ipanema - CEP: 22410-906). Caso seja complicado fazê-lo desta forma, ainda haverá a possibilidade de coleta no próprio endereço, desde que esteja no Rio de Janeiro, nas regiões da Zona Sul, Barra e Recreio dos Bandeirantes. Para esta opção é necessário entrar em contato no e-mail comercial@gravidezabsoluta.com.br .

No final do mês de maio, mês das mães, serão distribuídos, na sede social da comunidade do morro Dona Marta, em Botafogo, vários kits para grávidas e mães de bebês até um ano de várias comunidades cariocas previamente cadastradas nas associações onde moram e que se afiliaram a campanha.  Esses kits serão feitos com tudo o que for doado.

As grávidas que não se beneficiarem desta primeira campanha ficarão já pré-cadastradas para a próxima edição que será realizada no mês de dezembro, ou antes, caso seja possível.  Os cadastros ficarão o ano inteiro disponíveis para preenchimento nas associações, para que, assim, possamos, também, ter uma maior dimensão da quantidade de mães que precisam da nossa ajuda.  Essas inscrições ficarão válidas até os bebês completarem um ano.

Espero poder contar com vocês para fazer a vida de outras mães ainda mais felizes.  Dar ao filho de uma mãe necessitada é o mesmo que dar em dobro a seu próprio filho.  E, proporcionar um sorriso a quem tem tantos motivos para chorar faz muito bem ao coração e revigora a alma.  Conto com vocês!

Nessa época de proximidade com o dia das Mães nada melhor como fazermos um carinho pra uma mamãe que já tem ou está próximo de ter um bebê! Você tem roupas, calçados, acessórios, itens de higiene de bebês que não usa mais e podem ser doados? Faça isso! Veja a melhor forma de participar desta ação e faça uma mamãe e bebê felizes!

Divulgue você também esta campanha! Quanto mais gente ajudar, mais pessoas serão ajudadas! Não é maravilhoso isso?

Eu apoio esta iniciativa! E você?

Beijos, Flávia.